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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Os novos vulcões submarinos

Mäyjo, 28.05.17

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FORAM ESTES OS VULCÕES RESPONSÁVEIS PELA SEPARAÇÃO DA NOVA ZELÂNDIA DA AUSTRÁLIA?

Um aglomerado de vulcões submersos, com potencial para ajudar a desvendar os segredos do fundo do mar entre a Austrália e a Nova Zelândia – inclusive a separação das mesmas – foi descoberto recentemente ao largo da costa de Sidney por uma equipa de cientistas.

 

Os quatro vulcões inactivos, que se estendem por uma área de 20 por seis quilómetros, a 4.900 metros de profundidade, foram localizados a cerca de 250 quilómetros da costa de Sidney, na Austrália.

A cordilheira, que se eleva a 700 metros do fundo marinho, foi encontrada em Junho durante uma expedição científica submarina. Os investigadores da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, estavam à procura de berçários de larvas de lagostas quando as imagens sonar identificaram os vulcões a 4.900 metros de profundidade, escreve o Daily Mail.

Estima-se que o aglomerado tenha cerca de 50 milhões de anos e que se tenha formado quando o supercontinente Gondwana se dividiu nas regiões que hoje são conhecidas como a Nova Zelândia e a Austrália.

De acordo com os investigadores envolvidos na descoberta, os novos vulcões podem ajudar a compreender melhor a separação da Nova Zelândia da plataforma continental australiana. O conjunto vulcânico será ainda útil para futuras investigações sobre a crosta terrestre.

Uluru / Ayers Rock

Mäyjo, 05.05.17

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Território do Norte, Austrália

25 ° 20'42 "S 131 ° 02'10" E

 

Uluru, ou Ayers Rock, é uma ampla formação de arenito no Território do Norte da Austrália.

O monólito - eleva-se a 1141 pés de altura, com uma extensão de 2,2 x 1,2 milhas - é um sitio sagrado para os aborígines da região que primeiro aqui se estabeleceram há 10.000 anos atrás.

Desde que os primeiros turistas australianos chegaram a Uluru, em 1936, o número de visitantes anuais subiu para mais de 400.000 pelo aumento do turismo no ano de 2000. O local fornece benefícios económicos, regionais e nacionais, o que acarreta um desafio contínuo para equilibrar a conservação, os valores culturais e os visitantes. 

Casa da Opera em Sydney

Mäyjo, 23.04.17

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Sydney, Austrália

33 ° 51'31,2 "S 151 ° 12'50,5" E

 

A Ópera de Sydney abriga mais de 1.500 shows a cada ano em seus vários salões de performance, atraindo um total de cerca de 1,2 milhão de pessoas. Enquanto os edifícios famosos "shell" design aparece uniformemente branco a uma distância, ele realmente apresenta um padrão de chevron sutil composto de azulejos em duas cores: branco brilhante e creme fosco.

AUSTRÁLIA: PESCADOR ALERTA PARA DERRAME DE PETRÓLEO NA GRANDE BARREIRA DE CORAL

Mäyjo, 11.01.17

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Um pescador alertou as autoridades, para um possível derrame de petróleo na Grande Barreira de Coral, a norte de Queensland, Austrália. Segundo a imprensa daquele país, as autoridades costeiras começaram imediatamente a monitorizar a zona.

 

O derrame teria cerca de 20 quilómetros de comprimentos e o alerta foi dado perto de Cape Upstart, a sul de Townsville, avança o Brisbane Times.

Ainda segundo o jornal australiano, a Maritime Safety Queensland, que patrulha as águas daquela região, recolheu resíduos de petróleo do barco onde se encontrava o pescador. Novas buscas, desta vez marítimas, estão previstas para as próximas horas.

“A MSQ entrevistou o proprietário do barco de pesca que fez a denúncia e pôde confirmar a presença de resíduos de petróleo no casco”, avançou a autoridade marítima em comunicado. “Estamos a investigar, mas até agora não podemos confirmar a presença de qualquer resíduo de petróleo”.

O pior derrame de petróleo de Queensland ocorreu em Março de 2009, quando 60 quilómetros de área costeira ficaram cobertos por petróleo vindo do MV Adventurer, que perdeu 100.000 litros de combustível no acidente. Toda a região foi declarada “zona de desastre” e a limpeza decorreu durante 16 meses, tendo sido efetuada por 1.425 pessoas e custado mais de €3,6 milhões.

Foto: eutrophication&hypoxia / Creative Commons

ASFALTO FEITO COM TONERES DE IMPRESSÃO RECICLADOS PERMITE PAVIMENTOS MAIS ECOLÓGICOS

Mäyjo, 11.08.15

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A cidade australiana de Sydney está a utilizar um asfalto mais amigo do ambiente para pavimentar as suas ruas, que é feito com uma mistura de toneres de impressão reciclados. A tecnologia é o primeiro uso comercial encontrado para os resíduos criados pelos cartuchos de impressão. Chamada TonerPave, a tecnologia foi criada pela empresa de pavimentos Downer em parceria com uma empresa de reciclagem de toneres de impressão, a Close the Loop.

Para criar o novo asfalto, a tinta que sobra dos cartuchos de impressão é misturada com óleo reciclado. A técnica é 40% mais eficiente do que produzir asfalto com betume convencional. Adicionalmente, esta nova técnica permite evitar a emissão de 270 quilos de dióxido de carbono por cada tonelada de asfalto produzido.

Cada tonelada do produto reciclado utilizada na produção da mistura de asfalto permite substituir 600 quilos de betume e 400 quilos de agregado fino, como a areia. Em média, cerca de 13% do toner de cada cartucho é desperdiçado e são necessários cerca de 100 cartuchos para produzir uma tonelada de asfalto, escreve oGuardian.

Tendo em conta a taxa de recolha actual de cartuchos de impressão na região de Sydney, é possível produzir 14.500 toneladas de TonerPave todos os anos – o suficiente para repavimentar 120.000 metros quadrados de estrada.